terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Professor da UFOPa faz denuncias graves contra cursos.


Ufopa: matéria na 'Época'

Conforme anunciado mais cedo aqui blog, a revista 'Época' que chega às bancas nesta semana trará uma matéria sobre a dita expansão das universidades federais promovidas pelo governo Lula. Segue abaixo um trecho da matéria onde é citada a Ufopa.


O clima entre os professores da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), criada em Santarém, também é de insatisfação. O motivo é a decisão da universidade de criar um curso de graduação “dois em um” para formar professores de educação básica. A ideia é que os formandos do curso sejam capazes de assumir duas disciplinas na escola: matemática e física ou história e geografia. Segundo o pró-reitor de Planejamento da Ufopa, Aldo Gomes Queiroz, a união das graduações responde à urgência da educação básica na região. “Temos 6 mil professores de ensino fundamental e médio sem diploma, e eles dão aula em mais de uma disciplina.” Para o professor do ciclo básico da Ufopa Gilson Costa, o curso, porém, vai formar profissionais que s não dominam nem uma disciplina nem outra. “Sempre trabalhei com a interdisciplinaridade: você tem de ter o pé firme em uma área para dialogar com outras”, afirma Costa, cientista social e engenheiro-agrônomo com pós-graduação em economia. “Mas o que estão fazendo aqui é um Frankenstein.” Costa diz que o curso “dois em um” ganhou um apelido entre os professores: Matafísica. “Mata a matemática e a física.”
Anunciada pelo governo federal como uma das 14 novas universidades, a Ufopa foi criada a partir da fusão de um polo da Universidade Federal do Pará com a Federal Rural da Amazônia. Sem estrutura para os cursos novos, neste ano 1.200 alunos vão assistir às aulas no espaço de eventos de um hotel de Santarém. No interior do Estado, as aulas serão em escolas municipais. Esse mesmo expediente está sendo usado pela Unifesp de Guarulhos, onde alunos de 6 a 11 anos vão dividir um Centro de Educação Unificado (CEU) com universitários.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Listão da UFPa

Hoje saiu a lista dos aprovados no vestibular da universidade federal do Pará, sendo a mesma a maior da Amazônia, o Marajó ganhou mais 250 calouros que estudaram no campus universitário do Marajó-Breves, onde  a estrutura física, técnica e de livros, não suporta mais nenhuma turma nova, sendo assim os novos calouros vão encontrar grandes dificuldades para sua aprendizagem.
Isso é o resultado das políticas educacionais do Brasil, que incha as universidades esquecendo de expandir suas estruturas para que se possa desenvolver o tripé   universitário que são ensino, pesquisa e extensão.
Mas enfim farei um artigo especial sobre esse assunto em breve, mas agora e festa parabéns.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Posse sindical

hoje foi empossada a nova coordenação do Sintepp-subsede  da cidade de São Sebastião da Boa Vista para o triênio de 2011 a 2013, foi um bonita festa, desejo boa sorte aos novos coordenadores.

A face do ensino superior em 2009


Nesta semana o INEP divulgou os resultados do Censo do Ensino Superior do ano de 2009. Comento alguns números no dia de hoje.

Em 2009 tínhamos 5,9 milhões de brasileiros no ensino superior. O número de matrículas continua sendo majoritária no setor privado, que corresponde a 74,4% do total. Na fatia ofertada setor público o censo detectou 14,1% de matrículas em instituições federais, 9,5% em instituições estaduais e 2% em instituições municipais.

A oferta de vagas em 2009 também foi majoritariamente privada. Foram 4.264.700 vagas privadas contra apenas 461.694 da rede pública. O problema é que a concorrência existe somente na rede pública, onde em média para cada vaga existiram 5,92 candidatos (quase seis para cada vaga). Nas instituições privadas essa disputa não foi nem de um candidato para cada vaga.

O perfil dos docentes continua sendo bem melhor na rede pública do que na privada. Na rede pública 78,93% dos docentes trabalham em tempo integral, contra apenas 21,53% na área privada. A maioria dos professores da rede privada são horistas. O percentual de mestres e doutores na rede pública já chega a 75% contra apenas 55% na rede privada.

A relação professor X aluno também oferece melhores condições de ensino e de trabalho na rede pública, onde em 2009 existiam um professor para cada 12,39 alunos. Na rede privada este número é quase o dobro (um professor para cada 20,34 alunos).
Um dado que me preocupou foi que as matrículas presenciais e à distância de cursos de pedagogia praticamente são equivalentes, sendo 287.127 matriculas presenciais e 286.771 oferecidas à distância. Aliás, pedagogia é o curso com maior oferta nesta modalidade, tendo superado o curso de Administração. Parece que este dado mostra uma escolha de modelo para suprir a falta de formação dos docentes, especialmente os que estão em exercício.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A face da Justiça

       O supremo tribunal federal, a corte máxima do país mostra novamente sua verdadeira cara ao negar liberdade ao preso político italiano Cesare Battisti , ex-militante de esquerda na Itália na década de 70 e contra ele existem acusações de assassinados pelo judiciário do seu estado de origem, mas nada provado. E por esse motivo o mesmo pediu asilo político ao Brasil e sendo assim o então presidente Luiz Inacio Lula da Silva aceitou.
      Ele deveria estar em liberdade hoje, mas o presidente da corte negou seu pedido soltura desautorizando uma decisão presidencial, isso mostra novamente que o supremo representa os interesses das elites, casos assombrosos que repercutiram no Brasil inteiro, cujos criminosos convesos estão em liberdade por decisão do supremo,  citaremos  apenas alguns casos: o jornalista Pimenta Neves assassino confesso de sua namorada com um tiro a queima roupa, mesmo condenado ele está em liberdade por decisão do STF, o banqueiro Daniel Dantas preso duas vezes pela polícia federal por desvio de dinheiro, por tentar atrapalhar investigações, solto duas vezes pelo supremo tribunal federal. Enfim isso mostrar que umas partes dos magistrados brasileiros estão acumunados com os interesses das elites brasileiras

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Vem ai mais privatização

Ontem em entrevista ao apresentador Mauro Bona canal RBA Belém, o governador deixou escapar uma pequena frase numa indagação feita pelo apresentador sobre o banco do Pará.  Disse Simão Jatene "Ele precisa ser repensado".
Opá o que será que ele quis dizer!?

sábado, 1 de janeiro de 2011

Meu Deus são 4 anos!



Hoje tomou posse do governo do estado do Pará, o senhor Simão Robison Oliveira  Jatene, economista  e professor universitário, que reinará nessas terras por 4 anos, um privatizador convicto foi um dos responsáveis por uma das fases mais triste do estado do Pará, pois junto com o seu padrinho político , o então governador do estado Almir Gabriel, começaram os processos de privatizações das empresas públicas paraenses entre elas a  Centrais elétricas do Pará.
Conhecido em construir obras faraônicas, segundo ele necessárias para o crescimento do estado. Mas sua gestão foi conhecida na verdade pelo aumento da miséria, perseguição implacável aos trabalhadores da educação, retiradas de direitos do servidores estaduais,  da violência urbana e rural, do alto desemprego, das pioras dos índices de desenvolvimento humano, pois seu interesse sempre foi governa para as elites do Pará que já exploram essa terra a 500 anos.
Caro eleitores nada de criar ilusões e esperanças.